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Concerto de Natal da Candelária | Participação da Joanna

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Concerto de Natal da Candelária | Participação da Joanna


✨ O Projeto Candelária tem o prazer de encerrar a 25ª Temporada de Concertos com o TRADICIONAL CONCERTO DE NATAL DA CANDELÁRIA. ?
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? Em 2019 teremos a participação especial da Cantora Joanna, acompanha a cantora a Orquestra Sinfônica da UFRJ, o Coral Infantil da UFRJ e o Coral Brasil Ensemble sob a regência do Maestro André Cardoso. ?
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? Acontece no dia 11 de Dezembro, numa quarta-feira, às 18h30min. no interior da Igreja Nossa Senhora da Candelária.
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⚫ Entrada gratuita ?
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? CANTORA JOANNA?

Joanna celebra uma carreira artística que flui livremente entre vários gêneros musicais. O destaque da nova fase é o retorno aos palcos de teatros, casas de shows e eventos comemorativos integrados à diversas prefeituras no Brasil, ao longo de 2019. Ela chega com uma alegria contagiante, típica dos iniciantes, mas com belas memórias musicais e toda a experiência adquirida completando neste momento a maturidade de quatro décadas.

Há certas palavras e canções que sempre que escutamos nos remetem à reavaliação de nossas vidas. O show “JOANNA EM ORAÇÃO” reúne preciosos ingredientes que nos colocam diante dos alicerces, valores, atitudes e toca a nossa alma cultivando fé em nossos corações afim que possamos ter uma vida cada vez mais plena.

O show é repleto de sucessos populares ligados ao repertório de cantores que fazem história dentro do seguimento MPB/RELIGIOSO, entre eles Roberto Carlos, com ‘Nossa Senhora’. Outros sucessos do inconsciente coletivo da população vêm sendo entoados durante anos: ‘Estou pensando em Deus’ e Oração pela Família’ do Padre Zezinho; ‘Maria de Nazaré’; ‘Jesus Cristo’, ‘Maria da minha infância’, ‘Zaqueu’, ‘Romaria’, ‘Amar como Jesus amou’ e outros belos cantos religiosos.

Seguramente JOANNA repassa toda sua sensibilidade em forma de canção diante da fragilização dos valores sociais, morais e humanos dos dias de hoje .


? CORAL INFANTIL DA UFRJ ?

Criado em 1989 é hoje um grupo consolidado, já tendo se apresentado junto às principais orquestras brasileiras. Com mais de 450 apresentações em seu curriculum o grupo já participou das montagens de Tourandot, La Bohème e Tosca de Puccini, Carmem de Bizet, Hansel und Gretel de Engelbert Humperdinck, Mefistófoles de Arrigo Boito, Flauta Mágica de Mozart, Macbeth de Verdi, Billy Budd e War Requiem de Benjamin Britten, Mandu Çarará, Magdalena e Magnificat Alleluia de Villa-Lobos, cantata O Menino Maluquinho de Ernani Aguiar, Carmina Burana de Carl Orff, 3ª Sinfonia de Mahler, Te Deum de Berlioz e On the Transfigurations of Souls de John Adams no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Atuou nas comemorações do Bi-centenário da Independência da Argentina, realizando concertos em Buenos Aires. Em 2018 de Coração Concreto de Ronaldo Miranda, na Sala Cecilia Meireles e em 2019 do programa de estreia da nova temporada do programa Blim, Blem , Blom da Rádio MEC, com o ancora Tim Rescala.

? CORAL BRASIL ENSEMBLE - UFRJ ?

Criado em setembro de 1999 por Maria José Chevitarese o coral Brasil Ensemble-UFRJ recebeu em 2000 o Diploma de Prata na categoria de coros de câmara, vozes mistas, na Choir Olympics 2000, em Linz, Áustria. Atuou junto a Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica da UFRJ e Orquestra Sinfônica Nacional na Sala Cecília Meireles e no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Participou das óperas Amahl e os visitantes da noite de Menotti, no Centro Cultural do Banco do Brasil. Com a Orquestra Filarmônica do Espírito Santo cantou o Réquiem de Verdi, e A Criação de Haydn, sob a regência de Leonardo David, Nona Sinfonia de Beethoven e Missa em C maior, sob a regência de Helder Trefzger.
Gravou com a Orquestra Sinfônica da UFRJ o Réquiem e o Te Deum do Padre José Mauricio Nunes Garcia como parte das comemorações dos 200 anos da chegada da Família Real ao Brasil. Em 2013 gravou o Cd Imagens do Brasil – séculos ** e XXI com obras dos compositores brasileiros, algumas obras em primeira gravação mundial. Em 2014 gravou o Cd Alberto Nepomuceno – 150 anos.
O grupo tem como proposta a divulgação da música brasileira contemporânea, tendo participado da XVII, XVIII, XIX e XXI Bienal de Música Brasileira Contemporânea.

? ORQUESTRA SINFÔNICA DA UFRJ ?

A Orquestra Sinfônica da UFRJ foi criada oficialmente em 1924, como Orquestra do Instituto Nacional de Música, durante a gestão do professor Alfredo Fertin de Vasconcelos (1862-1934). Sua primeira apresentação se deu no dia 25 de setembro de 1924 na sala de concertos do INM, atual Salão Leopoldo Miguez, com um total de 33 alunos dirigidos pelo professor Ernesto Ronchini (1863-1931), durante solenidade de entrega de prêmios aos alunos laureados, na presença do presidente da república Arthur Bernardes (1875-1955).
No programa constaram apenas obras para orquestra de cordas, como Tetéia (Pequena Valsa) e Polônia (Mazurka), dois números da série “Esboços - Cenas Pitorescas” op. 39 de Leopoldo Miguez e Berceuse e Gavota para cordas de autoria do próprio maestro Ronchini.

Em 1937, o INM foi incorporado à Universidade do Brasil e a orquestra passou a se chamar Orquestra da Escola Nacional de Música. Diversos regentes com ela atuaram, entre os quais podemos destacar os compositores Francisco Mignone (1897-1986), Oscar Lorenzo Fernandez (1897-1948), José Siqueira (1907-1985), os maestros Souza Lima (1898-1982) e Armando Belardi (1900-1989), Eleazar de Carvalho (1912- 1996), Mário Tavares (1928-2002) e Henrique Morelembaun.

As óperas passaram a fazer parte da temporada anual de concertos a partir de 1949, quando foi apresentada Moema de Delgado de Carvalho no Theatro Municipal do Rio de Janeiro por ocasião do centenário da Escola Nacional de Música. Outros espetáculos líricos importantes apresentados pela orquestra foram as óperas Xerxes de Haendtel, Le Nozze di Fígaro e Die Zauberflote de Mozart, O Barbeiro de Sevilha de Rossini, Le Villi e Madama Butterfly de Puccini, La Traviata de Verdi, The Telephone de Giancarlo Menotti e Der Freischütz de Weber, assim como óperas de compositores brasileiros como Uma Noite no Castelo de Henrique Alves de Mesquita, Abul de Alberto Nepomuceno, Jupira de Francisco Braga, Fosca e Lo Schiavo de Carlos Gomes, O Chalaça de Francisco Mignone, Maroquinhas Fru-Fru de Ernst Mahle e O diletante de João Guilherme Ripper.

Em 1969, a orquestra foi reformulada, sendo o maestro Raphael Baptista (1909-1984) nomeado seu regente titular. Por sua indicação, foi sucedido em 1979 pelo maestro Roberto Duarte, que esteve à frente do conjunto por mais de quinze anos. Atualmente, está sob a direção dos maestros Ernani Aguiar e André Cardoso.
Em 1997 a orquestra realizou a gravação integral do Colombo de Carlos Gomes (1836-1896), que mereceu dois importantes prêmios: Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) de “Melhor CD de 1998” e Prêmio Sharp 1998 de “Melhor CD” na categoria música erudita.
Em 2005 e adotou o nome de Orquestra Sinfônica da UFRJ, vinculando-se diretamente ao Departamento de Música de Conjunto e fortalecendo seu caráter de grupo representativo da Universidade Federal do Rio de Janeiro.



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